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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Shin Sekai Yori(From the New World), Darwinismo social e a Raça perfeita(spoilers)



Lendo sua mente compreendo por que você chegou até aqui e de que forma, então vou sanar suas dúvidas.

O próximo passo da evolução humana chegara, de súbito pessoas comuns desenvolveram poderes paranomias e a humanidade mudou.

O caos se instalou e uma nova sociedade que foi moldada a base dessa evolução, ou mutação, não sabemos bem.

O núcleo dessa nossa nova sociedade pacifica são os poderes paranomias  no qual definem quem está apto a viver entre nós.

Apenas humanos que desenvolvem o Cantus, origem de seus poderes, podem continuar e se tornar um cidadão respeitado.

As novas gerações não sabem o que aconteceu no passado,  mas um grupo de jovens compostos por Saki, Satoru, Shun, Maria e Mamoru descobre fora dos limites da cidade, que é protegida por uma barreira psíquica,  o passado tecnológico e entram em contato com as colonias das raças inferiores que servem ao nosso propósito sem nos incomodar.

Diante desses acontecimentos as crianças começaram a questionar se o que descobriram é real, mas não podem saber que quem não desenvolve seu Cantus é levado e descartado, assim como quem tem algum distúrbio de personalidade não pode conviver conosco.

Esse grupo teve suas mentes vasculhas e preparada de forma que o ocorrido foi apagado e suas memórias alteradas de forma que não pudessem manter esses conhecimentos proibidos.

Tudo é questão de segurança, por que senão criaremos psicopatas ultrapoderosos e principalmente, as raças escravas apenas nos servem e definimos quais colonias sobrevivem ou são destruídas. Afinal de contas tivemos problemas com os humanos sem Cantus que criaram um grande conflito conosco no passado. Mas não adiantou nada, somos poderosos e superiores.

Apesar de tudo somos pacíficos e temos um bloqueio psíquico onde passamos mal ao atacarmos nossos semelhantes. Somos a sociedade perfeita, com vida simples quase rural e sem grandes preocupações.

Somos o novo e perfeito mundo, não se oponha.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cidade inteligente do futuro

Transito é uma porcaria, passar horas dentro do carro escutando rádio, ouvindo buzinas  e andando a passos de tartaruga em uma fila de carros visivelmente “infinita” é uma tortura.



O que dá mais raiva ainda é ver vias de mão dupla com um lado vazio enquanto outro fica parado.

Em um cenário futurista, quem sabe parte de quem lê esse texto esteja vivo, seria bom ver as vias se auto regularem para dar vazão ao transito.

A pessoa antes de sair de casa indica seu celular ou qualquer outro aparelho móvel aonde vai, nisso um computador central processa o tráfico que terá na cidade e reconfigura as vias para suportar a carga.

Cenários para uma mesma avenida:
Trafego maior em uma das direções, uma das via diminui para suportar.


Segundo cenário:
A  avenida se reconfigura de forma a dar vazão maior a via de cima:


Terceiro:
A avenida se torna uma via de mão única e o tráfego contrário é redirecionado para os entornos. De forma que ficaria sem semáforos e poderia até se tornar uma via expressa.



Poderia tanto ser aplicado aos transito de carros comuns assim como de ônibus onde corredores específicos poderiam mudar com o decorrer do dia assim como veículos de passagem pela cidade.

Quando um veículo se passagem adentrasse a cidade receberia o seu itinerário para passar sem pegar transito ou afetar o fluxo local.

Para esse tipo de coisa seria necessário:
-Vias onde a faixa central se reconfigurasse através de alguma central.
-Semáforos que reconfigurariam vendo a demanda das vias.
-Grande capacidade de rede para receber a situação dos carros simultaneamente.
-Grande capacidade de processamento para o mapeamento de milhões de carros ao mesmo tempo pelas vias.

-Carros automatizados de forma a receber itinerários da rede local.
-Algoritmos avançados de inteligência artificial de forma a saber tomar decisões sozinhos e saber quais vias aumentar, diminuir ou mesmo em caso de acidentes.

Algumas exceções poderiam ocorrer, como a pessoa mudar o destino no meio do caminho ou mesmo acidentes e chuva que também afetaria tudo.


É algo completamente fora de nosso alcance e apenas imaginário, mas quem sabe algum dia esse transito maldito acabe.

domingo, 11 de setembro de 2011

Uma nova era de paranoia


O mudo mudou muito nos últimos 10 anos e talvez mais drasticamente por causa dos eventos de 11 de setembro de 2011.

De um mundo de razoável prosperidade chegamos hoje, depois de exatos 10 anos em um mundo bem mais interligado, mecanizado, paranoico e em crise.

Mecanizado com o avanço da tecnologia, vemos uma nova modalidade de armamento guiado via controle remoto(aviões de guerras americanos hoje comumente chamados de Drones) serem guiados por soldados nos EUA que sobrevoam Afeganistão atrás de terrorista.

Paranoicos por causa do terrorismo, procedimentos em aeroportos mudaram pelo mundo todo e os EUA vivem em um estado permanente de paranoia contra o terrorismo, alias não só os EUA, mas governos pelo mundo todo.

Mais interligado por que chegamos em um ponto onde as pessoas usam a tecnologia para se conhecer melhor e estamos chegando ao ponto de governos serem derrubados com uso de redes sociais.

Outra coisa que “virou moda” foi a intervenção em países menores, mas de bons recursos naturais e em pró da liberdade.

Iraque foi um dos primeiros, derrubaram o regime de Saddam Hussein em busca das tal armas de destruição em massa. Líbia parece que entrou no mesmo “bonde do tigrão”.

Com a tal primavera árabe onde alguns regimes foram derrubados e questionados, aos poucos a Otan começou a apoiar os revolucionários Líbios a ponto de hoje o regime está chegando nos últimos e sangrentos dias graças aos bombardeios de caças franceses e ingleses e outros países da Otan.

A coisa chegou em um ponto em que o presidente da França fala de forma indireta que a Inglaterra também vai participar da reconstrução do país(partilha).

De forma indireta, a França vai  conseguir vender seus caças que ninguém queria comprar para a Líbia e tirar proveito do petróleo que foi a razão inicial de todo inesperado apoio.

Estamos chegando em uma era onde os ataques terroristas vão se tornar mais frequentes tendo em proporção essas intervenções, afinal de contas quem apanha nunca esquece.

Países com grande recursos serão invadidos com pretextos mais esdrúxulos e nisso aumentando o número de ataques terroristas o que é bem frequente no Afeganistão e Iraque invadidos pelos EUA.

No caso da Líbia a população parece que está do lado dos rebeldes, mas o governo que vai cair não ficará quieto quando estiver de fora, mesmo por que dizem que já tinha alguma ligação com movimentos do tipo.


Definitivamente, parece que o futuro pode ser mais sombrio do que se espera, bem mais do que zumbis, etes e outras previsões.